O Tempo não existe.
O amor e a dor, o eu e o outro, juntam-se numa ilusão, ora boa ora má, ora de luz ora de sombras, a que chamamos Tempo. São estes quatro pólos que nos fazem girar, de acordo com a força que, Nós, imprimimos a cada um deles.
Estamos agora sob o domínio da dor e do eu que giram na sombra.
Não amamos os outros.
Deixamos crescer a violência e a hipocrisia.
Permitimos que a mentira subjugue a luz.
Em nome de um Deus, que responsabilizamos pela nossa cegueira, fechamos os olhos e, de olhos fechados, caminhamos num tempo sem luz.
Quando olharmos para uma Flor e virmos nela a harmonia, quando olharmos para o Outro e virmos nele essa Flor, então poderemos estar a querer subjugar a mentira com a luz e a transformar a dinâmica do Tempo
O Tempo não existe. Nós existimos no Tempo.